Schopenhauer, Aluísio de Azevedo, Raul Pompéia, Ernest Hemingway, John Locke
Música:
Radicalmente, somente 'Rock', mas sem o 'Roll'.
Audiovisual:
Alguns filmes que não me saem da cabeça se chamam: 'Adeus Mr. Chips' e 'A um passo da Liberdade' e 'O Malabarista', este último, se não engano, com Kirk Douglas.
Senhor presidente lembre-se Das coisas que poderia ter evitado, Das coisas que poderia ter feito, Daquilo que poderia ter dito, Para evitar o crime ciclótico De assalto aos cofres públicos. Deixou a todos envergonhados.
Senhor presidente não esqueça A corrupção faz vítimas indefesas, Faz crianças, pobres sem teto, sem pão, Abandona adultos, viúvas e órfãos. Mas o senhor esqueceu, foi amável Deixou que, o Lulinha, milhões ganhasse Às custas das desgraças dos miseráveis.
Feliz o Lulinha, que é filho de presidente, Não precisou de força, nem imaginação, Pegou o momento, e ganhou uns milhões, Que poderiam salvar as vítimas, as vítimas Do descaso, da ganância, do egoísmo. Feliz é o Lula que tem um filho esperto, Infeliz o povo que tem o senhor por perto.
Lula! O povo espera, não nos envergonhe Devolva aos cofres públicos o dinheiro Que seu filho levou com artimanhas. Lula! Não minta, seja sincero Conte ao seu filho como ser honesto, Senão ele pode ser a próxima vítima, Do descaso, da ganância do egoísmo.
Autor: Rosival Muniz de Albuquerque (rkmalbuquerque@uol.com.br)
Casa da Pizza Indigesta, festa, Casa da sogra, casa de Noca, ôca, Casa do Povo, câmara indigesta, Produz raiva e dor, revolta e choro
Ó Casa do Povo! De novo chora o povo, Com o cheiro de ovo podre vindo do bolo, Da pizza de calabreza, safadeza! Chora o povo brasileiro, infeliz.
Ó Casa da Esperança! D’onde emana Os mais profundos anseios da nação, Por justiça, liberdade, igualdade. Acalma sem acordos, do povo, o coração.
Ó Casa da Nação! Canta nova canção, De paz e harmonia, alegria e coesão. Chega de pizza! Cadeia aos corruptos! Ao presidente, se o caso, impedimento.
Ó Casa do Povo! Se és, da nação, o espelho Espelha em teu âmago a grandeza, nobreza, Ecoa o brado retumbante, o grito heróico, De um povo que clama, reclama: Justiça!
Cuidado! Se transformas esta casa Em Casa de Pizza Indigesta, festa, Serás defenestrada, escurraçada Pelo povo, que não gosta desta festa.